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Dedo Em Gatilho

Dedo em Gatilho no Adulto

Pode estar presente em homens ou mulheres, de diferentes idades, mas é um problema mais comum em mulheres. Aparece principalmente em mulheres por volta dos 50-60 anos.

Alguns pacientes estão mais propensos a apresentar o problema, como diabéticos, pacientes com gota, renais crônicos e os com problemas reumatológicos.

  • COMO ACONTECE?

Os tendões flexores dos dedos passam por uma espécie de túnel que os mantêm próximos às falanges (ossos dos dedos), para que a função deles seja otimizada. Este túnel é formado por polias (FIG) e a primeira delas é chamada de polia A1. O atrito (fricção) do tendão com essa polia pode causar espessamento de ambos, dificultando a livre passagem do tendão durante o movimento do dedo. As alterações principais e mais importantes nesta patologia são encontradas na polia.

  • QUAIS OS SINTOMAS?

O quadro se inicia com dor na face volar da articulação metacarpofalangeana, ou seja, dor no fim da palma da mão/base do dedo. Alguns pacientes podem também se queixar de dor mais distal, que vai até aproximadamente o meio do dedo. Além da dor, o paciente pode apresentar sensação de ressalto ao movimentar o dedo, que representa o momento em que a área edemaciada do tendão “vence” a região “doente” e espessada da polia.

No estágio seguinte, o dedo literalmente trava quando ao se movimentar, ficando dobrado, e fazendo força, o paciente consegue “destravá-lo”. Com o avanço do quadro o paciente passa a precisar utilizar a outra mão para “destravar” o dedo. Nos estágios mais avançados, o paciente pode não conseguir mais movimentar o dedo por completo, por mais esforço que realize…

  • COMO É O TRATAMENTO?

Avaliação especializada é fundamental para a indicação do tratamento adequado. Muitas vezes é possível tratar sem cirurgia, com uma infiltração local. Se a cirurgia precisar ser realizada, o que é feito? Na cirurgia abrimos a polia A1, para que o tendão volte a deslizar livremente. Isto é suficiente em quase todos os casos.

* Mas há exceções! Há casos mais complexos e avançados, em que a técnica acima não é suficiente para solucionar o problema e outros passos devem ser acrescentados à cirurgia para que tenhamos resultado satisfatório.

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